terça-feira, 28 de abril de 2015

Simulado Brasil Colonia

01.  Todas as alternativas apresentam fatores que explicam a primazia dos portugueses no cenário dos grandes descobrimentos, exceto
a) a atuação empreendedora da burguesia lusa no desenvolvimento da indústria náutica.
b) a localização geográfica de Portugal, distante do Mediterrâneo oriental e sem ligações comerciais com o restante do continente.
c) a presença da fé e o espírito da cavalaria e das cruzadas que atribuíam aos portugueses a missão de cristianizar os povos chamados "infiéis".
d) o aparecimento pioneiro da monarquia absolutista em Portugal responsável pela formação do Estado moderno.

02. “Eu, el-rei D. João III, faço saber a vós, Tomé de Sousa, fidalgo da minha casa que ordenei mandar fazer nas terras do Brasil uma fortaleza e povoação grande e forte na Baía de Todos os Santos. (…) Tenho por bem enviar-vos por governador das ditas terras do Brasil.”
Regimento de Tomé de Sousa, 1549.
As determinações do rei de Portugal estavam relacionadas.

a) à necessidade de colonizar e povoar o Brasil para compensar a perda das demais colônias agrícolas portuguesas do Oriente e da África.
b) aos planos de defesa militar do império português para garantir as rotas comerciais para a Índia, Indonésia, Timor, Japão e China.
c) a um projeto que abrangia conjuntamente a exploração agrícola, a colonização e a defesa do território.
d) aos projetos administrativos da nobreza palaciana visando à criação de fortes e feitorias para atrair missionários e militares ao Brasil.
e) ao plano de inserir o Brasil no processo de colonização escravista semelhante ao desenvolvido na África e no Oriente.

03. Sobre a Expansão Marítima Europeia, julgue os itens seguintes.

I- Para a realização da grande aventura marítima, foram fundamentais as descobertas técnicas da época, não tendo influência a experiência do navegador.
II - A busca de riqueza foi importante para o envolvimento das pessoas com a navegação e para a valorização de novos produtos comerciais.
III - O descobrimento do Brasil foi resultado de uma estratégia do grande navegador Vasco da Gama com a ajuda de Pedro Álvares Cabral.
IV - A Expansão Marítima trouxe grandes renovações para a cultura da época e teve, portanto, claras ligações com as mudanças históricas que levaram à construção dos tempos modernos.
V - A importância das viagens de Colombo se restringe aos parâmetros de uma aventura heróica de um grande e idealista navegador.
A quantidade de itens certos é igual a
a) 1
b) 2
c) 3
d) 4
e) 5

04.
I. “Foi preciso um aprimoramento dos conhecimentos geográficos, sobretudo os ligados aos mares e oceanos, e também o desenvolvimento da cartografia, de modo a se ter melhor representação dos lugares, das dimensões, das distâncias.”
II. “Desenvolveram-se também a elaboração e uso de instrumentos náuticos que auxiliavam a navegação, importantes sobretudo para as viagens a longa distância, como a bússola e o astrolábio.”
III. “A construção de embarcações teve que responder às necessidades de expansão. Teve três tipos de embarcações capazes de realizar viagens de longa distância: a piroga com balanceio, usada de Madagáscar à Ilha de Páscoa; o junco com fundo chato, utilizado nos mares do Extremo Oriente e o navio com quilha, usado na Europa.”
Com base nos textos é correto afirmar que a expansão marítima europeia:
a) desacelerou o desenvolvimento dos conhecimentos sobre navegação marítima do homem moderno;
b) resultou da utilização de processos de fabricação e orientação náuticos desenvolvidos pelos chineses e polinésios;
c) revelou cientistas náuticos que, eliminaram todos os problemas práticos enfrentados em cada viagem marítima no Atlântico;
d) demonstrou que os conhecimentos do homem moderno sobre navegação eram considerados extremamente precários;
e) dependeu de progressos náuticos que, para a época podem ser considerados verdadeiramente revolucionários.

 05. O processo de colonização portuguesa sobre o Brasil tem como um de seus pressupostos básicos a manutenção do PACTO COLONIAL, que regula as relações entre Colônia e Metrópole. Este pacto pode ser definido como um: (vale: 0,5 pontos)
a) acordo celebrado entre os portugueses recém chegados ao Brasil e os nativos, com o objetivo de viabilizar a exploração de pau-brasil e a utilização da mão-de-obra indígena para a realização desse trabalho;
b) acordo feito entre os proprietários de terras na colônia, os Governadores Gerais e o rei de Portugal, com o objetivo de evitar a concorrência econômica entre metrópole e colônia, definindo-se os bens que cada parte produziria;
c) acordo celebrado entre Portugal, Espanha e suas respectivas colônias, a fim de se evitarem os conflitos territoriais e de se garantir uma maior produtividade das regiões exploradas, evitando-se a concorrência entre elas, que deveriam produzir bens complementares entre si.
d) instrumento de dominação política e econômica exercida pela metrópole, que se caracterizava pelo monopólio do comércio colonial e pela complementaridade da produção colonial em relação à metrópole, sendo proibida a criação de manufaturas na região colonizada;
e) instrumento de dominação e de imposição religiosa, muito utilizado pelos jesuítas em sua missão de evangelização e de conversão dos indígenas ao catolicismo, o que veio a facilitar a criação das Reduções, como a de São Miguel Arcanjo, no Rio Grande do Sul;



  06. A colonização brasileira no século XVI foi organizada sob duas formas administrativas, Capitanias Hereditárias e Governo-Geral. Assinale a afirmativa que expressa corretamente uma característica desse período.
a) As capitanias, mesmo havendo um processo de exploração econômica em algumas delas, garantiram a presença portuguesa na América, apesar das dificuldades financeiras da Coroa.
b) As capitanias representavam a transposição para as áreas coloniais das estruturas feudais e aristocráticas europeias.
c) As capitanias, sendo empreendimentos privados, favoreceram a transferência de colonos europeus, assegurando a mão de obra necessária à lavoura.
d) O governo-geral permitiu a direção da Coroa na produção do açúcar, o que assegurou o rápido povoamento do território.
e) O governo-geral extinguiu as donatárias, interrompendo o fluxo de capitais privados para a economia do açúcar.

07. (Fuvest-SP) Com um ato de coragem, mais de irresponsabilidade, D. Sebastião mais combateu que comandou (...) a derrota já parecia irreversível (...) Ferido na mão, trocou de cavalo três vezes e parece ter sido, junto a uns poucos fidalgos, (...) um dos que seguiram combatendo por mais tempo. Seu valido mais próximo (...) chegou a pedir-lhe que se rende para salvar a si e à nação, ao que D. Sebastião respondeu: "Que pode haver aqui que fazer se não morrermos todos?" (...) Negando-se a recuar perdeu-se em meio aos inimigos.           .
Em agosto de 1578, a derrota portuguesa na batalha de Alcácer-Quibir frente aos mouros deu início a um dos mais dramáticos períodos da história da Portugal, onde:                          
a) depois da derrota em Alcácer-Quibir, o reino de Portugal em aliança com a Espanha retomou seu poder e sua grandeza sob o comando de Filipe II de Habsburgo também conhecido como o Desejado.           .
b) o sebastianismo, como forma de expressão cultural e profética, levou Portugal a reorganizar-se depois da derrota no Marrocos, anexando o reino espanhol na chamada União Ibérica.
c) logo depois da derrota de Portugal e do desaparecimento de D. Sebastião, a Companhia das índias Ocidentais comandada por Maurício de Nassau tomou o Nordeste açucareiro brasileiro.
d) a União Ibérica teve papel fundamental para o expansionismo territorial português na América do Sul com o fim do tratado de Tordesilhas e garantiu o acesso do mesmo aos mercados de ouro e prata do México.
e) à perda do rei segui-se a perda da independência para a Espanha durante sessenta anos e fez brotar, na sociedade, a crença da volta de um rei salvador pra redimir o reino de suas dores e pecados denominado de sebastianismo.

08.  Durante a União Ibérica, Portugal foi envolvido em sérios conflitos com outras nações europeias. Tais fatos trouxeram como conseqüências para o Brasil Colônia:
a) as invasões holandesas no Nordeste e o declínio da economia açucareira após a expulsão dos invasores.
b) o fortalecimento político e militar de Portugal e colônias, devido ao apoio espanhol.
c) a redução do território colonial e o fracasso da expansão bandeirante para além de Tordesilhas.
d) a total transformação das estruturas administrativas e a extinção das Câmaras Municipais.
e) o crescimento do mercado exportador em virtude da paz internacional e das alianças entre Espanha, Holanda e Inglaterra.


09. (ENEM/2012)
 
Em um engenho sois imitadores de Cristo crucificado porque padeceis em um modo muito semelhante o que o mesmo Salvador padeceu na sua cruz e em toda a sua paixão. A sua cruz foi composta de dois madeiros, e a vossa em um engenho é de três. Também ali não faltaram as canas, porque duas vezes entraram na Paixão: uma vez, servindo para o cetro de escárnio, e outra vez para a esponja em que lhe deram o fel. A Paixão de Cristo parte foi de noite sem dormir, parte foi de dia sem descansar, e tais são as vossas noites e os vossos dias. Cristo despido, e vós despidos; Cristo sem comer, e vós famintos; Cristo em tudo maltratado, e vós maltratados em tudo. Os ferros, as prisões, os açoites, as chagas, os nomes afrontosos, de tudo isto se compõe a vossa imitação, que, se for acompanhada de paciência, também terá merecimento de martírio.
(VIEIRA, A. Sermões. Tomo XI. Porto: Lello & irmão. 1951 – Adaptado)

O trecho do sermão do Padre Antônio Vieira estabelece uma relação entre a Paixão de Cristo e

a)    a atividade dos comerciantes de açúcar nos portos brasileiros.
b)    a função dos mestres de açúcar durante a safra de cana.
c)    o sofrimento dos jesuítas na conversão dos ameríndios.
d)    o papel dos senhores na administração dos engenhos.
e)    o trabalho dos escravos na produção de açúcar.

10. As feitorias portuguesas no Novo Mundo foram formas de assegurar, aos conquistadores, as terras descobertas. Sobre essas feitorias, é correto afirmar que:

a) a feitoria foi uma forma de colonização, empregada por portugueses na África, na Ásia e no Brasil, com pleno êxito para a atividade agrícola.
b) as feitorias substituíram as capitanias hereditárias durante o Governo geral de Mem de Sá, como proposta mais moderna de administração colonial.
c) as feitorias foram estabelecimentos fundados por portugueses no litoral das terras conquistadas e serviam para armazenamento de produtos da terra, que deveriam seguir para o mercado europeu.
d) tanto as feitorias portuguesas fundadas ao longo do litoral brasileiro quanto as fundadas nas Índias tinham idêntico caráter: a presença do Estado português e a ausência de interesses de particulares.
e) o êxito das feitorias afastou a presença de corsários franceses e estimulou a criação das capitanias hereditárias.



Invasões Holandesas (Parte I)

Invasões Holandesas

Invasão a Salvador (1624 – 1625)

         Sede do governo geral brasileiro;
         Manutenção da lógica militar europeia;
         Garantir o acesso a produção açucareira;
         Conhecimento prévio que os holandeses possuíam do território.



Fragilidade defensiva de Salvador

- Limitações impostas pela falta de recursos;
-  Vasta extensão territorial;
-  Rivalidade entre as autoridades;
-   A defesa da cidade não contava com nenhuma estratégia especial;
-   Falta de soldados treinados;

Observação: O sistema defensivo da cidade possuía fragilidades que agravadas por conflitos administrativos, explicam a queda da cidade diante dos invasores.

à Recusa do Bispo D. Marcos Teixeira em apoiar os esforços de defesa da cidade, por acreditar que a invasão, se acontecesse não seria em Salvador.

Ocupação de Salvador

- Os portugueses incendiaram os navios que estavam no porto;
- O governador foi preso e enviado a Holanda;
- Fuga do Bispo D. Marcos (tiro de misericórdia na medíocre defesa da cidade).

Resistência e contra-ataque

-  Morte do general Van Dorth;
-  Holandeses sitiados dentro dos limites da cidade;
-  Conflitos entre holandeses e colonos resistentes;
-   A resistência garantiu a não expansão da ocupação holandesa;

-   Companhia de emboscadas (ou companhias de assalto).

União Ibérica (1580 - 1640)

União Ibérica (1580 – 1640)

Sob o domínio espanhol

+  1578 – desaparecimento de dom Sebastião na batalha de Alcácer-Quibir;
+  Aclamado rei o cardeal dom Henrique (idoso e sem filhos);
+  Filipe II, rei da Espanha, e tio de dom Sebastião, ocupou Lisboa com o apoio de uma parte da nobreza de Portugal. (coroado rei de Portugal).

Juramento de Tomar (1581)

       Vetado aos espanhóis a possibilidade de intromissão nos negócios; portugueses com suas possessões além-mar;
         Manutenção dos navios portugueses no comércio colonial;
         Respeito às leis e aos costumes;
         Permanência de funcionários portugueses no plano administrativo;
         Compromisso de preservação da língua portuguesa;


Transformações na colônia portuguesa

         Expansão do território pela ação dos bandeirantes;
   Início da criação de gado, que promoveu a ocupação de terras no interior do continente;

         Ocupação do Nordeste pelos holandeses.

Governo Geral

GOVERNO GERAL

-      D. João III criou em 1548 o Governo Geral, no intento de centralizar a administração.
-       Coexistiu com o sistema de capitânias hereditárias.

Motivos

         Fracasso das Capitanias;
         Centralizar a administração;
         Coordenar a defesa;
         Efetivar a colonização;

Objetivo da Coroa Portuguesa
-   Corrigir, onde necessário, a dispersão e o particularismo que caracteriza o regime de donatarias.

Observação:
-     O Estado suprimiu algumas prerrogativas dos donatários. Algumas capitanias foram retomada dos seus antigos proprietários, como foi o caso da Bahia.

Tomé de Sousa (1549 - 1553)

          Enfrentar e reprimir corsários;
         Fundar vilas e construir fortes;
         Combater ou fazer alianças com os indígenas;
         Garantir o monopólio real sobre a exploração do Pau do Brasil;
         Defender os colonos;
         Procurar metais preciosos;
         Incentivar a lavoura de cana de açúcar;
         Criação de órgãos públicos.

Anotações:
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Duarte da Costa (1553- 1558)

-   Problemas com os colonos da capitania da Bahia;
- Ocupação francesa na baía de Guanabara (França Antártica – 1555); 
-   Fundação do Colégio São Paulo;
- Órfãs para casamento;
-  Jesuítas (Anchieta);
-    Mais colonos.

Mem de Sá- (1558 – 1570)

         Tentou moralizar os costumes;
         Trabalhou para expulsar os franceses;
         Aproximação com os jesuítas;

Observação:
- Em 1572, Mem de Sá morreu na Bahia e após a sua morte, a Metrópole dividiu o  Brasil em dois Estados.

- Em 1578 por causa do fracasso dessa divisão, o Brasil foi novamente unificado.

sábado, 18 de abril de 2015

NASCIMENTO E EXPANSÃO DO ISLAMISMO

                 NASCIMENTO E EXPANSÃO DO ISLAMISMO


Islamismo – 1,2 bilhão de adeptos (crença que mais cresce no mundo)

Islan – “Submissão” [A DEUS] – Islamismo
Muslin – “Aquele que acredita no islã e se submete a Deus” – Muçulmano
Maometano – Seguidores de Maomé

Maomé - O ultimo profeta enviado por Deus
             - Maior de todos os profetas (não é visto como filho de Deus)

Arábia Pré-Islâmica

- Difícil sobrevivência (predominância de clima desértico)
- Movimentado fluxo comercial
- Viviam sob a autoridade de chefes eleitos (xeques)
- Religião politeísta

Caaba – Casa de Deus (templo da cidade de Meca)

Maomé – Condenação a adoração de ídolos e imagens e afirmava a existência de um único Deus.
(inicialmente mensagem recebida com hostilidade – perseguição aos seguidores)

Observação 1 – Os mercadores de Meca temiam que a difusão do credo monoteísta acabasse com as peregrinações de fieis a Meca.

Hégira – (emigração)

- Retirada de Maomé e seus partidários para a cidade de Yatreb (atual Medina)
- Esse deslocamento marca o ano I do calendário Muçulmano (ano 622 do calendário Cristão)

Jihad – Esforço em favor e Deus (missão)

Observação 2 – 632 (morte de Maomé) – praticamente toda a Arábia havia se convertido ao Islamismo, pelo poder de suas palavras ou de sua espada.

Doutrina do Islã
Alcorão – Livro sagrado, traz as revelações do anjo Gabriel a Maomé e os princípios básicos do Islamismo.

Suna – Reune os textos sobre a vida de Maomé referentes a sua atuação como guerreiro e estadista.

Cinco pilares do Islamismo

- Alá, o único Deus, criador do universo;
- Oração cinco vezes ao dia, com o corpo voltado em direção a cidade sagrada de Meca;
- Destinar à caridade o equivalente a 2,5% da renda anual;
- Fazer uma peregrinação (o Haji) a Meca pelo menos uma vez na vida;
- Jejuar no m~es do Ramadã;

Ramadã

 - Nono mês do ano muçulmano, reverenciado como mês sagrado dos islamitas.   
- No Ramadã o jejum é obrigatório do nascer ao pôr do sol, além de ser expressamente proibido o consumo de fumo e bebidas alcoólicas


A expansão do Islã

Morte de Maomé (08 de julho de 632) – Disputas internas pelo poder

Califado

Sistema de governo adotado após o desaparecimento do fundador do Islã, era uma espécie de monarquia não hereditária.

- Califa – “sucessor do profeta de Deus”

629 – Tratado de Hodaibya (acordo entre Maomé e os coraxitas)

Observação 3 – Segundo o alcorão só os parentes de Maomé poderiam substituí-lo, mas a Suna não dizia a mesma coisa.

Expansão
Plano econômico – Atraídos pelos lucros oriundos dos saques.
Plano social – Conquistas de novas terras.
Plano religioso – Obrigação da guerra santa.

Conjuntura externa – Os dois Impérios mais fortes da época, o Bizantino e o Persa, combatiam-se havia séculos, e acabaram por enfraquecer-se.  

Observação 4 – Os Árabes permitiam uma relativa liberdade religiosa aos povos que não queriam se converter ao Islamismo. (bastava que pagassem o imposto do infiel).
- Quando Maomé morreu, apenas a Arábia estava convertida. Abu Beker, iniciou o avanço rumo a Síria e a Pérsia.  

Um dia não terei futuro
e no último momento do meu presente,
serei pleno ao perceber que tive passado...
(André Carneiro)